Katia Amanajás, coordenadora de handebol em Vila Velha, comenta o seu trabalho e investimento
- maos-em-jogo

- 7 de dez. de 2019
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No Estado capixaba, Vila Velha tem a única iniciativa pública para planejamento de gestão voltada ao handebol
Já há três anos, Vila Velha é a única cidade do Espírito Santo responsável por um planejamento voltado ao fomento do handebol nas escolas de ensino fundamental. Essa construção de um futuro da modalidade é possível a partir do apoio da Secretaria de Educação do município.

Quem está à frente deste projeto é Katia Amanajás, professora de Educação Física e técnica do esporte. Em entrevista ao Mãos em Jogo, Katia afirma que assim como em todo lugar, em Vila Velha não é diferente: apesar das vitórias, há dificuldades.
Intitulado como “Handebol nas Escolas”, segundo a assessoria de comunicação de Vila Velha, o projeto soma 480 alunos em atividade nas categorias mini, mirim e infantil.
Katia Amanajás
A ex atleta Eva Paula, já entrevistada pelo blog, é uma das professoras do Projeto. Seu currículo repleto de conquistas pela Seleção brasileira é motivo de euforia pelas crianças. Responsável pela equipe da UMEF Guilherme Santos, Eva conta que os treinos são realizados três vezes na semana e o encontro de todas as escolas participantes do Projeto acontece com dois eventos esportivos a cada semestre.
Administração do handebol
Resgatando a discussão entre a atenção dada aos esportes no Brasil, a preferência ao futebol segue em consideração. Katia ironiza: “Temos o privilégio do futebol profissional não ser tão forte em nosso Estado, pois isso abre espaço para as outras modalidades”.
Sobre a administração, não faltam estruturas. A dor segue, na verdade, no retorno dos objetivos práticos. “As pessoas confundem, muito frequentemente, políticas públicas para o desenvolvimento do esporte com promoção de eventos. E não é só uma questão das gestões, as federações também confundem isso: são promotoras de eventos. É uma política encadeada entre poderes municipal, estadual e federal envolvendo federações e confederações”, afirma a coordenadora.
Confira parte da entrevista de Katia Amanajás:




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